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Em cardiologia, é comum serem prescritas medicações de uso prolongado. Mesmo que se tenha acesso a esses medicamentos sem a receita médica, uma nova consulta de controle deve ser feita pelo menos 2 vezes por ano.
Exemplo: Hipertensos devem ir ao médico pelo menos semestralmente, uma vez no verão (quando a pressão costuma ser mais baixa) e uma vez no inverno quando o contrário acontece (a pressão pode se elevar). Além disso outros fatores podem fazer a pressão subir (como ganho de peso, sedentarismo, alimentação com muito sal, uso de certos medicamentos) ou baixar, como perda de peso, atividade física regular e também uso de certos medicamentos. Alguns pacientes cardiológicos pegam uma receita e ficam anos repetindo os remédios sem retornar à consulta. Não é preciso pensar muito para se imaginar o risco que se corre…
Quando for comprá-los, (ou recebê-los no serviço público) confira de tempos em tempos a embalagem checando o nome comercial e o genérico, e a dosagem.
A indústria farmacêutica pode eventualmente fazer alguma alteração. Se notar qualquer mudança, inclusive no aspecto da embalagem ou do produto (ex.: aspecto do comprimido), leve ao seu médico para conferir. Podem haver também novas associações com outros remédios, e até mesmo mudança total no(s) componente(s) químico(s), e podem surgir novas informações sobre efeitos colaterais e contraindicações.
Alguns fabricantes às vezes mudam a apresentação ou a dosagem de certos remédios, ou lançam novas opções de dosagem, sem muito esclarecimento à população leiga.
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